segunda-feira, 9 de abril de 2018

É tão bom ser....


É tão bom ser poeta
Partilhar os meus poemas
Inventar que sou atleta
Para escrever com as minhas canetas
Os poemas mais bonitos
Para as pessoas especiais
Conseguir fazer poemas
Com palavras sensacionais.


É tão bom ser jardineira
Para sentir o aroma das flores
Todas muito formosas e bem cheirosas
Ver as heras na parede
A crescer, a crescer
Que são telas para pintar
Se as conseguir imitar.



É tão bom ser um cachecol
Aquecer as pessoas
Que me usam todos os dias.
De inverno eu aqueço
De verão eu sirvo de toalha
Para me levarem para a praia.
                                                             Frederica, 5ºA

É tão bom ser
Quem queremos ser.
Vens cantando a tua música do tempo
É como uma hera que vai trepando
E prendendo a princesa sem coroa
Um cavaleiro sem espada
Como um caderno sem folha
É como um livro sem história
Como o céu sem estrelas
E uma sala sem meninos.
                                                  Joana D., 5ºA



É tão bom ser criança
Não pesamos na balança
Acordar cedo para ir para a escola
É tudo o que tenho de fazer
Mas também tenho que comer.

O meu poema acabou
Apesar de parecer que começou…
                                                             João Castro, 5ºA



É tão bom ser criança
Podemos rir, brincar, jogar…
Enquanto que os adultos estão sempre a trabalhar.
Há que aproveitar o tempo que temos a gozar
Pois daqui a uns bons anos
Vamos ter que nos empenhar.
Teremos de ir para um escritório
Para nas teclas carregar…
Quando tomamos o pequeno almoço, com calma podemos mastigar,
Ao contrário dos adultos, que pegam numa maçã
E toca a zarpar, para ir trabalhar…
Mas quando for adulta, não será assim tão mau
Pois serei uma poetisa
E a minha profissão será imaginar!
Para com letras escrever e com palavras contar
Uma história de encantar…
                                                Marta Almeida, 5ºA


É tão bom ser uma criança feliz
Não ter tantas responsabilidades
E ao contrário dos adultos
Temos essas possibilidades.

Não temos de aturar bebés chatos
Ou de cuidar de crianças
Não temos de lavar pratos
Nem de regar as plantas.

Temos muita sorte em ser crianças
Com vidas sensacionais
Mas tenho de admitir
As nossas são especiais.
                                          Gil Cunha, 5ºA


É tão bom ser feliz
Ter uma imaginação fértil
E perder a memória
Na história.
                                  Dominic, 5ºA
















sexta-feira, 30 de março de 2018

Atividades do Mês da Leitura

"Contar na Pré"  
Jardim de Infância de Santo Estêvão e no Jadim de Infância da Luz 











Marcadores de livros 
com poemas alusivos a alimentos, na cantina da escola






Leitura Expontânea




Tavira a Ler


9ºA 


"Livros por aqui e por ali"(sala de prof.) 




Ler poesia...em sotaque espanhol.



Concurso " Mostra que sabes" - Inglês



segunda-feira, 5 de março de 2018

O Equilíbrio do Universo

E
ra uma vez uma fada que era singular. Tinha um olho castanho e um azul, tinha as pernas trocadas, as suas asas eram pretas e não conseguia voar.
Todas as fadas gozavam com ela e assim ia ficando cada vez mais triste. Um dia lembrou-se de procurar um feitiço que a pusesse como as outras fadas. Então procurou em todos os livros da biblioteca e levou três dias e duas noites a encontrar o feitiço. Quando o encontrou ficou tão feliz que até foi expulsa da biblioteca. Quando chegou a casa, pegou na sua varinha de condão, pronunciou as palavras mágicas e tocou-se com a varinha. De imediato não se notou nada, mas de um momento para o outro ficou tão, mas tão bonita, que até se pode dizer que era a fada mais bonita da floresta.
Olhou pela janela e viu que a floresta estava a ficar murcha e negra, as fadas escureciam e ficavam tão feias como ela antigamente.
Passados uns dias, ela chegou à conclusão de que tinha de desfazer o feitiço. Procurou no livro, pronunciou as palavras mágicas e tudo voltou ao normal. E a partir daí as fadas nunca mais voltaram a gozar ou a troçar da fada.
E assim o equilíbrio do universo voltou ao normal !!!


Joana Oliveira
                  nº13 5ªA  

domingo, 4 de março de 2018

Texto de Opinião


O respeito pelos direitos dos animais 


Os animais têm direitos como os humanos.

Nós gostamos muito de animais e temos muito carinho pelos nossos bichos.

Eu acho que devemos respeitar os direitos dos animais porque eles são seres vivos como nós e também têm sentimentos. Todos conhecemos um cão que salta de alegria quando o seu dono se aproxima.

A nova lei de poder levar animais aos restaurantes é um pouco polémica.

Por um lado, há animais domésticos fora do comum, como cobras e aranhas, que incomodam e assustam certas pessoas.

Por outro lado, os animais, tal como os humanos, também devem poder frequentar os sítios que os humanos frequentam, mas com a condição de os donos se responsabilizarem pelo seu comportamento, não pondo em perigo os outros fregueses.

Concluindo, os animais domésticos dão muitas alegrias aos seus donos e fazem-lhes companhia. Contudo, devemos sempre respeitar as pessoas que não gostam ou tem medo de animais.

Autores: 6º A

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Visita à Biblioteca Municipal José Saramago, Beja


No mês de janeiro, todas as turmas do 2º ciclo da nossa escola tiveram a oportunidade de visitar a Biblioteca Municipal José Saramago, de Beja. Depois de uma breve visita às instalações, onde puderam observar como está organizada e o modo de funcionamento da biblioteca, os alunos foram levados para a emblemática Cave da Biblioteca.



  Aqui, os alunos iniciaram um percurso de leitura em torno dos universos poéticos de João Pedro Mésseder, autor do livro que dá nome a esta exposição “ Tudo é sempre outra coisa” e de Rachel Caiano, artista plástica e ilustradora do mesmo livro. Através de propostas apelativas, jogos de leitura e escrita, desenharam-se múltiplas trajetórias, procurando-se encontrar caminhos para uma relação entre o livro, a leitura, os espaços e os objetos. Na Cave todo o corpo foi convidado a jogar e os sentidos convocados a ler o lado de lá do livro. 



Eis alguns excertos de  trabalhos elaborados por alguns alunos:


“Todos os pássaros que estão no céu
São aqueles que cabem na minha mão”
Afonso Matias, 6ºD




“Tudo pode
Ser sempre outra coisa
E essa outra coisa
É que é a grande surpresa”
Dominic, 5ºA




 “Um cão pode ser muita coisa,
Como um animal de estimação;
Mas na visão das pulgas, vê-se um lar e não um cão.”
Gil Cunha, 5ºA



“Tudo é outra coisa
Livros e mais livros
Jornais e revistas
Contos e histórias
Ler é bom
É um doce com o sabor de um bombom
Sabes aprender
Amigos e colegas
Fomos ouvir poemas
Rimas e riscos
Como um tempo
Relógios e ovos
No lindo prato de campo
Outra coisa
Pouco a pouco
Faz o caminho
Ficando seco
Como a minhoca
Que estuda gramática
Biblioteca mágica
No som de uma viola.”
Lucas, 6ºD






quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018







O Vale dos Moinhos, de Noelia Blanco e Valeria do Campo, da Paleta de Letras, foi o livro escolhido pela professora bibliotecária para animação de leitura, nas turmas de 2ºano da EB1D.Manuel I. 


Um livro que se refere, entre outras coisas, à importância de sonhar e de nunca desistir dos sonhos.










1.º Concurso Book Trailers




A Rede de Bibliotecas de Tavira leva a cabo um concurso de book trailers no concelho de Tavira, com o principal objetivo de dinamizar e promover a leitura, a cultura e as bibliotecas.

Um book trailer é um vídeo curto que tem como objetivo apresentar, de maneira breve e visual, a atmosfera de um livro, sem mostrar a trama completa nem o desenlace, de maneira a sugerir e criar o interesse do leitor para ler aquele livro.



» Consulte o regulamento do concurso



Inscrição

Poderá entregar a ficha de inscrição, presencialmente, na receção da Biblioteca Municipal Álvaro de Campos ou enviar por correio eletrónico para o endereço biblioteca@cm-tavira.pt (nota: se for menor, e se optar pelo envio eletrónico, a declaração deverá ser, igualmente, entregue no local supra referido.)


Participe!

sábado, 13 de janeiro de 2018

Desafios…propostas de escrita muito bem aproveitadas por alguns alunos em Oficina de Escrita.


      Texto sem a vogal "O"- 77 palavras


Uma vida inteira, uma vida inteira de mentiras! Mentiras inimagináveis, impensáveis, especialmente de alguém assim. Ainda agora me custa a acreditar, aceitar, aceitar é impensável. Nem que grande parte da angústia existente se juntasse bastaria para aguentar a minha tristeza. A fase da desculpa... essa... já lá vai, de tal maneira que lembrar-me seria despertar ainda mais a raiva que me rege desde aquela tarde em que a verdade e a realidade se decidiram juntar.


Ana Pavão, 8.A

                          14 vezes a palavra “não”- 77 palavras


“Dois pretos barrados à entrada de uma discoteca” era este o título da notícia com que me deparei no outro dia. Fiquei chocada. Não, não é possível em 2017 isto ainda acontecer! Não, não faz sentido, não é humano! Só porque não nasceram com a pele branca, não podem entrar numa discoteca? Não têm o direito de se divertir, só porque não são brancos?! Não seja desprezível! Não seja preconceituoso! Diga não ao racismo! Diga não, não à diferença!!
                                                                                                 Ana Pavão, 8.º A

                    “A melhor prenda de sempre” - 77 palavras


Para mim, o melhor presente de sempre não foi propriamente algo material, mas sim emocional. Eu fazia anos e estava a passar as férias da Páscoa na casa dos meus avós, em Vila Real. Estávamos a jantar, olhei em redor e percebi a sorte que tinha: a minha família preenchia uma mesa de vinte pessoas, onde todos se riam, todos unidos. E não há nada melhor do que isto... poder estar com toda a minha família reunida.

                                                                                                Ana Pavão, 8.º A

              “Uma história de passagem de ano” - 77 palavras


31 sempre foi um número estranho, mas naquela noite ainda mais estranho era. Estava num misto de emoções. Por um lado, era toda aquela excitação da chegada de 2018; por outro, só queria poder parar o tempo. Senti que não tinha cumprido tudo o que prometera, tentado desculpabilizar-me pelo facto de não ter dependido somente de mim, mas era uma questão de horas, de minutos, de segundos. E a meia-noite chegou. Tapei os ouvidos e sorri.
                                                                                           Ana Pavão, 8.º A



A Nossa Escola

Embora antiga, é uma escola agradável e simples.
A escola D. Manuel dispõe de um refeitório, de um ginásio com balneários já muito degradados, de uma biblioteca acolhedora, mas que poderia estar aberta mais tempo, de uma papelaria, de um auditório, de um bar, de campos exteriores desportivos e de uma sala de alunos divertida.
É uma escola que, na minha opinião, agrada aos alunos e que tem um bom ambiente, funcionários e professores dedicados e sempre dispostos a ajudar. E é importante valorizar isso, mais do que ser uma escola bonita ou moderna

( pelo menos é o que acho). É claro que, como em quase todas as escolas, há pequenas situações de violência e não é assim tão esporadicamente quanto isso. Mas embora não concorde, acaba por ser normal entre jovens e, infelizmente, acho que cada vez mais, hoje em dia, os jovens incentivam, motivam de alguma maneira este tipo de situações.
Em relação à turma do ano passado, o 7.ºA era uma boa turma (muito parecida com a atual), mas demasiado grande. 26 alunos são demais, na minha opinião. Digo isto porque já estive em turmas bastante mais pequenas e sei que é mais fácil para nós, alunos, e sobretudo para os professores. Há menos barulho, logo mais concentração, é mais fácil dar a aula! Era uma turma unida, o que é muito positivo.
Acho que o “grande” problema foi o barulho. fazíamos muito barulho nas aulas e era a principal razão de queixa dos professores. Nós, na verdade, nunca fomos daquelas turmas problemáticas, com alunos desrespeitadores e insolentes. Acho que tínhamos uma boa relação com quase todos eles, o que é bastante bom. E não nos podemos esquecer do nosso diretor de turma, que sempre nos ajudou tanto! A única situação que considerei realmente grave foi a história do roubo nos balneários: por cerca de quatro vezes desapareceu misteriosamente dinheiro do balneário das raparigas, inclusive em dias que estava só a nossa turma, o que nos levou a achar que só poderia ser uma de nós. É chato porque há sempre pessoas que se acusam umas às outras sem no fundo terem provas... o que gera confusão, obviamente! Foi um mistério que nunca se chegou a desvendar. E a única solução teria sido essa pessoa acusar-se.
Este oitavo ano tem tudo para correr bem. Basta querermos!


                                                                                                    Ana Pavão, 8.ºA


terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Os alunos do 5ºC leram a obra " A viúva e o papagaio", de Virginia Woolf e ilustraram as passagens de que gostaram mais. Aqui ficam as ilustrações destes meninos.




Trabalhos realizados pelos alunos do 5ºA

Após a leitura e a análise da obra " A Fada Oriana", de Sophia de Mello Breyner Andresen, os alunos ilustraram algumas cenas da referida obra. Todos os ilustradores estão de Parabéns.





quinta-feira, 14 de dezembro de 2017


Os homens não sofrem 
Os homens apenas fazem sofrer,
Mas a minha maior questão é:
Será que é por puro prazer?

Será que eles não têm como entender
Que ao passo que nos fazem sofrer
Mais que a dor que causam,
Causam vontade de morrer!

Por vezes, antes do meu ser adormecer,
Sinto vazia a minha alma,
Que deduzo se estar a perder, 
Perdida na dor, embora calma.

Homens não sofrem,
Homens apenas sabem entristecer
O interior de uma pura mulher
Que levada nas ondas de um mar sedutor,
Acaba por sentir tão grande dor
Que prefere não envelhecer,
Mas jovem, pelo homem, morrer.

Jéssica Cruz  Nº9 , 9C


quinta-feira, 7 de dezembro de 2017


DESAFIOS DE ESCRITA…77 PALAVRAS E 14 VEZES A PALAVRA NÃO

Não paro de pensar em como éramos inocentes e não tínhamos noção da vida e do quão difícil iria ser. Não me tragam memórias, às quais não consigo resistir e não consigo não ter saudade de tudo o que me tornou nesta pessoa. Dava tudo para não crescer e parar o tempo. Mas não, não posso, não é possível… Ainda não sei o porquê de não querer ser adulta, mas não quero! Não queiram crescer muito depressa!
                                                                                     Inês Oliveira 8ºA  nº10

                                                                                                                                  

segunda-feira, 20 de novembro de 2017



A BORRACHA

Hoje viemos entrevistar a nossa companheira de escola, a borracha. Ela é utilizada muito em toda a parte do mundo porque elimina tudo o que já não necessitamos.

Entrevistador – Qual é o seu melhor amigo na escola?
Borracha – Os livros porque os posso apagar muito.
Entrevistador – E o seu pior inimigo?
Borracha - São os lápis porque me dão muito trabalho, pois nunca param de escrever.
Entrevistador – Como é que a sua família é fabricada?
Borracha – Nós somos fabricados a partir da árvore da borracha, colhem a seiva e depois levam-na para uma fábrica e mesmo no fim nascemos nós.
Entrevistador – Como é que vocês morrem?
Borracha – Nós morremos quando acaba a borracha.
Entrevistador – Qual é a melhor marca de borracha para si?
Borracha – A minha, claro, a MAPED!
Entrevistador – Obrigado pela sua colaboração e presença, senhora borracha.
Borracha – De nada, foi um prazer.
Entrevistador – E assim o programa chega ao fim. Até para a semana. Obrigada.


 Trabalho realizado por:
        Carlota Nascimento, Nº 7, 7ºA
Catarina Vieira, Nº 9, 7ºA
    Riana Arotaritei, Nº 23, 7ºA


 Turma Português Mais

                                                       

terça-feira, 14 de novembro de 2017




O TEMPO DÁ UMA ENTREVISTA

Hoje trago-vos o Sr. Tempo que nos vem falar sobre sua experiência e importância no Mundo.

Entrevistador: Bom dia, Sr. Tempo!
Sr. Tempo: Bom dia!
Entrevistador: Quanto tempo o tempo tem?
Sr. Tempo: O tempo tem 60 milésimas por segundo, 60 segundos por minuto, 60 minutos por hora, 24 horas por dia, 7 dias por semana, 4 semanas por mês e doze meses por ano. Ao todo já passaram 13,7 mil milhões de anos!
Entrevistador: Então já tem muita experiência nisto. Já alguma vez o senhor pensou em reformar-se?
Sr. Tempo: Não, porque gosto de sentir que faço falta no dia a dia das pessoas.
Entrevistador: Esperemos, então, que continue a pensar assim durante muito tempo. Quando o senhor se reformar, quem o irá substituir?
Sr. Tempo: Não é a mim que me cabe decidir isso, mas sim ao Mundo.
Entrevistador: Quem o elegeu para representar um papel tão importante como controlar o tempo?
Sr. Tempo: Foi o Big Bang que me criou, mas foi o Mundo quem me deu esta oportunidade.
Entrevistador: Muito obrigado por ter aceitado o nosso convite!
Sr. Tempo: O prazer é todo meu!
Entrevistador: Adeus e até à próxima!


Trabalho realizado por:
Mafalda Ferreira, Nº17, 7ºB
Rafaela Vieira, Nº21, 7ºB

Trabalho realizado na turma Português Mais