quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Visita à Biblioteca Municipal José Saramago, Beja


No mês de janeiro, todas as turmas do 2º ciclo da nossa escola tiveram a oportunidade de visitar a Biblioteca Municipal José Saramago, de Beja. Depois de uma breve visita às instalações, onde puderam observar como está organizada e o modo de funcionamento da biblioteca, os alunos foram levados para a emblemática Cave da Biblioteca.



  Aqui, os alunos iniciaram um percurso de leitura em torno dos universos poéticos de João Pedro Mésseder, autor do livro que dá nome a esta exposição “ Tudo é sempre outra coisa” e de Rachel Caiano, artista plástica e ilustradora do mesmo livro. Através de propostas apelativas, jogos de leitura e escrita, desenharam-se múltiplas trajetórias, procurando-se encontrar caminhos para uma relação entre o livro, a leitura, os espaços e os objetos. Na Cave todo o corpo foi convidado a jogar e os sentidos convocados a ler o lado de lá do livro. 



Eis alguns excertos de  trabalhos elaborados por alguns alunos:


“Todos os pássaros que estão no céu
São aqueles que cabem na minha mão”
Afonso Matias, 6ºD




“Tudo pode
Ser sempre outra coisa
E essa outra coisa
É que é a grande surpresa”
Dominic, 5ºA




 “Um cão pode ser muita coisa,
Como um animal de estimação;
Mas na visão das pulgas, vê-se um lar e não um cão.”
Gil Cunha, 5ºA



“Tudo é outra coisa
Livros e mais livros
Jornais e revistas
Contos e histórias
Ler é bom
É um doce com o sabor de um bombom
Sabes aprender
Amigos e colegas
Fomos ouvir poemas
Rimas e riscos
Como um tempo
Relógios e ovos
No lindo prato de campo
Outra coisa
Pouco a pouco
Faz o caminho
Ficando seco
Como a minhoca
Que estuda gramática
Biblioteca mágica
No som de uma viola.”
Lucas, 6ºD






quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018







O Vale dos Moinhos, de Noelia Blanco e Valeria do Campo, da Paleta de Letras, foi o livro escolhido pela professora bibliotecária para animação de leitura, nas turmas de 2ºano da EB1D.Manuel I. 


Um livro que se refere, entre outras coisas, à importância de sonhar e de nunca desistir dos sonhos.










1.º Concurso Book Trailers




A Rede de Bibliotecas de Tavira leva a cabo um concurso de book trailers no concelho de Tavira, com o principal objetivo de dinamizar e promover a leitura, a cultura e as bibliotecas.

Um book trailer é um vídeo curto que tem como objetivo apresentar, de maneira breve e visual, a atmosfera de um livro, sem mostrar a trama completa nem o desenlace, de maneira a sugerir e criar o interesse do leitor para ler aquele livro.



» Consulte o regulamento do concurso



Inscrição

Poderá entregar a ficha de inscrição, presencialmente, na receção da Biblioteca Municipal Álvaro de Campos ou enviar por correio eletrónico para o endereço biblioteca@cm-tavira.pt (nota: se for menor, e se optar pelo envio eletrónico, a declaração deverá ser, igualmente, entregue no local supra referido.)


Participe!

sábado, 13 de janeiro de 2018

Desafios…propostas de escrita muito bem aproveitadas por alguns alunos em Oficina de Escrita.


      Texto sem a vogal "O"- 77 palavras


Uma vida inteira, uma vida inteira de mentiras! Mentiras inimagináveis, impensáveis, especialmente de alguém assim. Ainda agora me custa a acreditar, aceitar, aceitar é impensável. Nem que grande parte da angústia existente se juntasse bastaria para aguentar a minha tristeza. A fase da desculpa... essa... já lá vai, de tal maneira que lembrar-me seria despertar ainda mais a raiva que me rege desde aquela tarde em que a verdade e a realidade se decidiram juntar.


Ana Pavão, 8.A

                          14 vezes a palavra “não”- 77 palavras


“Dois pretos barrados à entrada de uma discoteca” era este o título da notícia com que me deparei no outro dia. Fiquei chocada. Não, não é possível em 2017 isto ainda acontecer! Não, não faz sentido, não é humano! Só porque não nasceram com a pele branca, não podem entrar numa discoteca? Não têm o direito de se divertir, só porque não são brancos?! Não seja desprezível! Não seja preconceituoso! Diga não ao racismo! Diga não, não à diferença!!
                                                                                                 Ana Pavão, 8.º A

                    “A melhor prenda de sempre” - 77 palavras


Para mim, o melhor presente de sempre não foi propriamente algo material, mas sim emocional. Eu fazia anos e estava a passar as férias da Páscoa na casa dos meus avós, em Vila Real. Estávamos a jantar, olhei em redor e percebi a sorte que tinha: a minha família preenchia uma mesa de vinte pessoas, onde todos se riam, todos unidos. E não há nada melhor do que isto... poder estar com toda a minha família reunida.

                                                                                                Ana Pavão, 8.º A

              “Uma história de passagem de ano” - 77 palavras


31 sempre foi um número estranho, mas naquela noite ainda mais estranho era. Estava num misto de emoções. Por um lado, era toda aquela excitação da chegada de 2018; por outro, só queria poder parar o tempo. Senti que não tinha cumprido tudo o que prometera, tentado desculpabilizar-me pelo facto de não ter dependido somente de mim, mas era uma questão de horas, de minutos, de segundos. E a meia-noite chegou. Tapei os ouvidos e sorri.
                                                                                           Ana Pavão, 8.º A



A Nossa Escola

Embora antiga, é uma escola agradável e simples.
A escola D. Manuel dispõe de um refeitório, de um ginásio com balneários já muito degradados, de uma biblioteca acolhedora, mas que poderia estar aberta mais tempo, de uma papelaria, de um auditório, de um bar, de campos exteriores desportivos e de uma sala de alunos divertida.
É uma escola que, na minha opinião, agrada aos alunos e que tem um bom ambiente, funcionários e professores dedicados e sempre dispostos a ajudar. E é importante valorizar isso, mais do que ser uma escola bonita ou moderna

( pelo menos é o que acho). É claro que, como em quase todas as escolas, há pequenas situações de violência e não é assim tão esporadicamente quanto isso. Mas embora não concorde, acaba por ser normal entre jovens e, infelizmente, acho que cada vez mais, hoje em dia, os jovens incentivam, motivam de alguma maneira este tipo de situações.
Em relação à turma do ano passado, o 7.ºA era uma boa turma (muito parecida com a atual), mas demasiado grande. 26 alunos são demais, na minha opinião. Digo isto porque já estive em turmas bastante mais pequenas e sei que é mais fácil para nós, alunos, e sobretudo para os professores. Há menos barulho, logo mais concentração, é mais fácil dar a aula! Era uma turma unida, o que é muito positivo.
Acho que o “grande” problema foi o barulho. fazíamos muito barulho nas aulas e era a principal razão de queixa dos professores. Nós, na verdade, nunca fomos daquelas turmas problemáticas, com alunos desrespeitadores e insolentes. Acho que tínhamos uma boa relação com quase todos eles, o que é bastante bom. E não nos podemos esquecer do nosso diretor de turma, que sempre nos ajudou tanto! A única situação que considerei realmente grave foi a história do roubo nos balneários: por cerca de quatro vezes desapareceu misteriosamente dinheiro do balneário das raparigas, inclusive em dias que estava só a nossa turma, o que nos levou a achar que só poderia ser uma de nós. É chato porque há sempre pessoas que se acusam umas às outras sem no fundo terem provas... o que gera confusão, obviamente! Foi um mistério que nunca se chegou a desvendar. E a única solução teria sido essa pessoa acusar-se.
Este oitavo ano tem tudo para correr bem. Basta querermos!


                                                                                                    Ana Pavão, 8.ºA


terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Os alunos do 5ºC leram a obra " A viúva e o papagaio", de Virginia Woolf e ilustraram as passagens de que gostaram mais. Aqui ficam as ilustrações destes meninos.




Trabalhos realizados pelos alunos do 5ºA

Após a leitura e a análise da obra " A Fada Oriana", de Sophia de Mello Breyner Andresen, os alunos ilustraram algumas cenas da referida obra. Todos os ilustradores estão de Parabéns.





quinta-feira, 14 de dezembro de 2017


Os homens não sofrem 
Os homens apenas fazem sofrer,
Mas a minha maior questão é:
Será que é por puro prazer?

Será que eles não têm como entender
Que ao passo que nos fazem sofrer
Mais que a dor que causam,
Causam vontade de morrer!

Por vezes, antes do meu ser adormecer,
Sinto vazia a minha alma,
Que deduzo se estar a perder, 
Perdida na dor, embora calma.

Homens não sofrem,
Homens apenas sabem entristecer
O interior de uma pura mulher
Que levada nas ondas de um mar sedutor,
Acaba por sentir tão grande dor
Que prefere não envelhecer,
Mas jovem, pelo homem, morrer.

Jéssica Cruz  Nº9 , 9C


quinta-feira, 7 de dezembro de 2017


DESAFIOS DE ESCRITA…77 PALAVRAS E 14 VEZES A PALAVRA NÃO

Não paro de pensar em como éramos inocentes e não tínhamos noção da vida e do quão difícil iria ser. Não me tragam memórias, às quais não consigo resistir e não consigo não ter saudade de tudo o que me tornou nesta pessoa. Dava tudo para não crescer e parar o tempo. Mas não, não posso, não é possível… Ainda não sei o porquê de não querer ser adulta, mas não quero! Não queiram crescer muito depressa!
                                                                                     Inês Oliveira 8ºA  nº10

                                                                                                                                  

segunda-feira, 20 de novembro de 2017



A BORRACHA

Hoje viemos entrevistar a nossa companheira de escola, a borracha. Ela é utilizada muito em toda a parte do mundo porque elimina tudo o que já não necessitamos.

Entrevistador – Qual é o seu melhor amigo na escola?
Borracha – Os livros porque os posso apagar muito.
Entrevistador – E o seu pior inimigo?
Borracha - São os lápis porque me dão muito trabalho, pois nunca param de escrever.
Entrevistador – Como é que a sua família é fabricada?
Borracha – Nós somos fabricados a partir da árvore da borracha, colhem a seiva e depois levam-na para uma fábrica e mesmo no fim nascemos nós.
Entrevistador – Como é que vocês morrem?
Borracha – Nós morremos quando acaba a borracha.
Entrevistador – Qual é a melhor marca de borracha para si?
Borracha – A minha, claro, a MAPED!
Entrevistador – Obrigado pela sua colaboração e presença, senhora borracha.
Borracha – De nada, foi um prazer.
Entrevistador – E assim o programa chega ao fim. Até para a semana. Obrigada.


 Trabalho realizado por:
        Carlota Nascimento, Nº 7, 7ºA
Catarina Vieira, Nº 9, 7ºA
    Riana Arotaritei, Nº 23, 7ºA


 Turma Português Mais

                                                       

terça-feira, 14 de novembro de 2017




O TEMPO DÁ UMA ENTREVISTA

Hoje trago-vos o Sr. Tempo que nos vem falar sobre sua experiência e importância no Mundo.

Entrevistador: Bom dia, Sr. Tempo!
Sr. Tempo: Bom dia!
Entrevistador: Quanto tempo o tempo tem?
Sr. Tempo: O tempo tem 60 milésimas por segundo, 60 segundos por minuto, 60 minutos por hora, 24 horas por dia, 7 dias por semana, 4 semanas por mês e doze meses por ano. Ao todo já passaram 13,7 mil milhões de anos!
Entrevistador: Então já tem muita experiência nisto. Já alguma vez o senhor pensou em reformar-se?
Sr. Tempo: Não, porque gosto de sentir que faço falta no dia a dia das pessoas.
Entrevistador: Esperemos, então, que continue a pensar assim durante muito tempo. Quando o senhor se reformar, quem o irá substituir?
Sr. Tempo: Não é a mim que me cabe decidir isso, mas sim ao Mundo.
Entrevistador: Quem o elegeu para representar um papel tão importante como controlar o tempo?
Sr. Tempo: Foi o Big Bang que me criou, mas foi o Mundo quem me deu esta oportunidade.
Entrevistador: Muito obrigado por ter aceitado o nosso convite!
Sr. Tempo: O prazer é todo meu!
Entrevistador: Adeus e até à próxima!


Trabalho realizado por:
Mafalda Ferreira, Nº17, 7ºB
Rafaela Vieira, Nº21, 7ºB

Trabalho realizado na turma Português Mais

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

A FLORESTA MUSICAL


Era uma vez uma floresta encantada e musical. Um dia, um rapazinho chamado Diyi estava a passear pela floresta quando ouviu uma música, a orquestra de sons. Então o menino foi pelo som e descobriu uma floresta misteriosa e maravilhosa. Do nada, uma voz disse:
       - Vem cá, segue o som da minha voz.
      O rapazinho estava com medo e não conseguia voltar. Foi a caminho da voz misteriosa e viu uma enorme nogueira, que começou a falar com ele com uma voz grossa:
       - Quem és tu? E o que estás a fazer na minha floresta?
       - Eu sou o Diyi! Ouvi uma música e então segui-a.
       - Uma música ou a minha orquestra dos amigos? Olha quem são…
       A nogueira tirou os ramos da frente e mostrou os cinco amigos: o Pop Pip, a cerejeira, era o pianista; o Tompoy, a bananeira, era o trompetista; o Virtor, o pinheiro, era o violinista; a Lua, a japoneira, a nossa cantora e…
       - E eu sou o ritmo com o tambor… Bem, foi bom conhecer-te, mas não vai ser por muito tempo, precisamos de ajuda para continuarmos vivos.
       - Como assim, vivos?!- perguntou o menino, curioso.
       - É que um homem quer serrar-nos porque não gosta de árvores. Ele quer destruir-nos com a motosserra.
       - Então precisamos de ajudar!
       Diyi teve uma ideia: fazer um concerto e convidar o presidente.
       No dia seguinte, à noite, quando já tudo ia começar, ocorreu um desastre: um homem matou o Tompoy. Mas os homens do presidente viram e prenderam-no. Então o presidente levou uma semente de bananeira como recompensa, mas não resultou.
       Dias depois começou a chover e num piscar de olhos  um dos olhos de Tompoy abriu. A cura era a chuva! Começou o concerto e todos trataram de proteger o menino e o presidente da chuva.
       - Gostei da chuva e, por isso, vou mandar fazer uma proteção com chão de pedra e uma grade à volta – disse o presidente. – Voltem a tocar para todos ouvirem!
       As árvores gostaram da ideia e concordaram.
       E ASSIM VIVERAM FELIZES COM MÚSICA.

                                                                              Lucas Salvador Martins, 6ºD

terça-feira, 7 de novembro de 2017



A VIDA DE UM BATOM

 O batom é uma maquilhagem utilizada principalmente pelas mulheres, mas há pessoas que o usam de outras maneiras. Vamos lá descobrir:

 Entrevistador-Boa tarde, Sr. Batom. Então você gosta de ser quem é?
 Batom-Sim, porque eu gosto de deixar as pessoas bonitas.
 Entrevistador-Então e só é utilizado para isso?
 Batom-Não, também sou utilizado para traquinices. Por exemplo, este sábado, às duas da manhã, fui utilizado para pintar a cara de um amigo de uma tal Filipa. Como esse seu amigo adormecera a meio de uma direta, esse foi o seu castigo.
 Entrevistador-Como se sentiu depois de fazer essa tal de “prank”?
 Batom-Senti-me tão mal que não fui trabalhar durante três dias.
 Entrevistador-Então e quem o foi substituir durante a sua ausência?
 Batom-Foi o giz vermelho, que fez um ótimo trabalho, segundo o meu chefe.
 Entrevistador-Muito obrigado pela sua colaboração, Sr. Batom.
 Batom- Ora essa! O prazer foi todo meu.
 Entrevistador-E assim ficamos a conhecer um pouco mais sobre a vida dos batons. Até à próxima.
                                 In Diretas Forever, Martim Neves e Filipa Regalo (7.ºE)
                                               Transmitido a 15 de maio de 2100
Trabalho realizado na turma Português Mais

A imaginação não tem limites. Por isso é possível realizar uma entrevista a um escadote. Quem diria?


É preciso ter cuidado com os degraus!

      É preciso ter cuidado com os degraus? Sem dúvida. O escadote que trazemos aqui hoje contar-nos-á um pouco mais acerca dos perigos e cuidados a ter com os degraus.

A- Bom dia, Sr. escadote.
B- Bom dia!
A- É verdade que existem vários perigos relacionados com a sua utilização?
B- É verdade, sim senhor. Hoje em dia são registados muitos casos de acidentes de trabalho devido à minha má utilização.
A- Quais são os acidentes mais comuns?
B- Existem vários tipos de acidentes, mas o mais comum é a queda de andaimes mais elevados.
A- Como podemos prevenir todos estes géneros de acidentes?
B- Através da utilização de material de proteção, nomeadamente o capacete.
A- É verdade que o senhor dá azar a quem lhe passa por baixo?
B- Não, mas é uma superstição que já existe há 5000 anos e que tem origem no antigo Egito. A razão deste mito é o facto de um escadote aberto formar um triângulo e os egípcios consideravam esta forma sagrada. Consideravam que os triângulos representavam a trindade dos deuses, e passar por baixo de um triângulo era profaná-los.
A- Obrigado por ter acedido ao nosso convite.
B- De nada. O prazer foi todo meu. E não se esqueçam, é preciso ter cuidado com os degraus!

por Carolina Teixeira e Rosa Poranen, 7.ºB

Trabalho realizado na turma Português Mais

terça-feira, 31 de outubro de 2017




No âmbito do Mês Internacional da Biblioteca Escolar, os alunos do 6ºA, B e D realizaram marcadores de livros utilizando como recurso a técnica de aguarela.





O Lápis do Mundo



Se eu pudesse um dia ser um lápis, eu não seria um lápis branco, cinzento ou preto como o carvão…

     Eu escolhia ser um lápis de cor, de mil e uma cores. Podia ser grande, pequeno, grosso ou fino, mas tinha que ser mágico.

     Gostava de riscar os momentos tristes e isolados das vidas das pessoas e desenhar momentos alegres e divertidos.

    Gostava de pintar com a cor verde as florestas e de amarelo as casas que foram queimadas dos fogos nos últimos incêndios. 

Desenhava a chuva de azul quando houvesse fogos para que fosse mais fácil apagá-los e desenhava-a também quando faltasse água nas barragens.

     Riscava as guerras e pintava a paz.
     Riscava o ódio, a dor e as doenças.

    Desenhava sorrisos, mil sorrisos de todas as cores e um mundo melhor onde todos pudessem viver em paz e harmonia.


                                                                      Afonso Matias

                                                                         6º D , N.º 1